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Carreira e Trabalho, Fundação Estudar

Uma cultura de integridade e de alta performance

No mundo todo, e especialmente no Brasil, lideranças de empresas estão sendo cobradas por uma cultura mais transparente e ética, que possibilite o crescimento sustentável das organizações. Uma cultura de integridade viabiliza esta sustentabilidade em diversos sentidos – ecológico, financeiro e humano. As empresas do futuro são aquelas que se fundamentam sobre relações sustentáveis, baseadas em confiança e respeito.

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Como criar relacionamentos profissionais significativos?

Para cultivar relacionamentos profissionais significativos, é preciso abandonar a ideia clássica de networking. Pelo menos é o que afirmam Scott Gerber e Ryan Paugh, autores de Superconnector – Stop Networking and Start Building Business Relationships That Matter, que acreditam que o network não só é ineficaz para criar conexões reais, como não se adequa ao atual mercado de trabalho.

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O que líderes como Bernardinho têm a dizer sobre o futuro do Brasil

Em um painel durante o Encontro Anual da Fundação Estudar, a dupla falou sobre a importância de acreditar em mudanças e criar diálogos para mudar o futuro do Brasil.

“Quem nunca quis matar seu treinador, gerente ou professor?”, começou Bernardinho.

Ex-jogador de vôlei e vencedor de sete medalhas olímpicas, seis delas como técnico, ele conhece os dois lados dessa relação e a importância de líderes para o desenvolvimento de um grande time. “Temos que compartilhar valores e o líder é o guardião desses valores”, continuou ele, que se aposentou das quadras e hoje, além de dar aulas sobre liderança, explora possibilidades de atuação para aumentar seu impacto no Brasil.

Essa vontade é comum ao Luciano Huck, o outro participante do painel sobre Liderança, Esporte e Entretenimento que aconteceu no Encontro Anual da Fundação Estudar, no dia 7 de agosto, em São Paulo. “Tenho me cobrado intensamente sobre como posso me reinventar”, falou, citando uma vontade que se fortaleceu após sofrer um acidente aéreo com a família em 2015.

Bernardinho e Huck atualmente buscam articular suas redes para aumentar o impacto que podem ter de outras maneiras, especialmente inspiracionais.

“Precisamos lidar com essa situação imediata e criar algo transformador ao longo do tempo (…) As pessoas me dizem: ‘Bernardo, entrar na política é como ir numa carvoaria vestindo branco. Você sair sujo.’ Esse é o nosso medo hoje. Mas não existe um salvador: esse é um grande campeonato que precisa de um grande time.”

Huck, que viaja constantemente pelos cantos do Brasil desde 2000, quando começou seu programa na Rede Globo, também se empolga com a possibilidade de criar uma comunidade ativa.

“Acredito em uma geração preparada e que de fato esteja a fim de transformar”, disse citando iniciativas como o movimento suprapartidário Acredito, fundado por Líderes Estudar (como são conhecidos os membros da rede de jovens de alto impacto da Fundação Estudar) e o Me Salva!, startup de Miguel Andorffy, outro Líder Estudar, que ajuda milhões de brasileiros com aulas online.

“A percepção que tenho é que precisamos nos juntar e pensar num projeto para um estado eficiente, criar um movimento e ressignificar as coisas. Acho possível”, disse. “Se não colocarmos a mão na massa, ninguém vai fazer por nós.”

 

A visão deles sobre o futuro do Brasil

Hoje, essa vontade que ambos têm de engajar os brasileiros com o futuro se dá principalmente através da abertura de diálogos sobre a situação, especialmente aqueles que desafiam o senso comum.futuro do brasil

Em uma reunião de pais na Eleva, por exemplo, escola onde sua filha estuda, Bernardinho se incomodou com aqueles que sugeriam que a solução era deixar o país e pediu a palavra para falar o oposto. “A sensação é que mais uma geração está falhando em criar um ambiente propício para ficarmos aqui. Quando eu deixei a seleção, tive vários convites interessantes de outros países. Mas se eu for embora agora, que mensagem passo? ‘Ah, ele desistiu. Então vou desistir também.’ Não está na hora de desistir.”

Pensando em passos concretos, Bernardinho disse que o campo ainda está aberto. “Não sei que passo vou dar, mas uma coisa é certa: não consigo não me incomodar”, continuou. “Quero que vocês saibam que todos são importantes. Somos parte de algo maior e temos que efetivamente enxergar o outro.”

 

Já Huck afirma que continuará usando a TV aberta como uma ferramenta de inspiração, “rodando o Brasil, ouvindo histórias e mostrando que aqui tem coisas legais, sim”.

“A vida te impõe coisas que te obrigam a refletir e crescer. Não vou ficar de passageiro. Vou ajudar a articular movimentos e vou participar de discussões. Podem gostar ou não de mim, concordar ou não comigo, mas conversando a gente se entende e, uma vez entendido, temos que trabalhar pra tirar as ideias do papel.”

É um argumento atraente para uma parcela cada vez maior de brasileiros insatisfeitos e que têm vontade de atuar de alguma maneira, mesmo numa situação sem soluções fáceis.

“Nunca toquem o sino. Vocês podem aparar, ajustar e continuarem testando, mas desistir não é uma opção”, concluiu Bernardinho.

Saiba mais sobre o que rolou no Encontro Anual da Fundação Estudar: https://www.napratica.org.br/assista-a-reuniao-anual-da-fundacao-estudar-ao-vivo/

por Redação do Na Prática
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Conheça as conferências Na Prática e o que rolou na última edição

A Stone esteve presente em todas as conferências Na Prática desde a primeira edição, em 2014, porque acreditamos no poder de investir no potencial e carreira dos jovens brasileiros. 

O Estudar Na Prática é um projeto super bacana da Fundação Estudar que oferece cursos e conferências para apoiar jovens de alto potencial, universitários e recém-formados, em seu desenvolvimento pessoal, profissional e na tomada de decisão de carreira. Além disso, ele disponibiliza conteúdo digital gratuito sobre autoconhecimento, mercado e liderança, por meio do portal NaPrática.org.  Leia mais

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Stone e Fundação Estudar se unem em prol do desenvolvimento do Brasil através da educação e formação de jovens líderes

Comprometidos com o desenvolvimento do Brasil e o futuro dos nossos jovens, Stone e Fundação Estudar fecharam o maior nível de parceria.

Muitos compartilham da crença vira-lata de que o Brasil é um dos países que menos investem em educação e formação dos jovens. Se você é um desses, não está de todo errado. De fato, estamos muito atrás de diversas potencias mundiais nesse quesito, mas há quem esteja fazendo a diferença para virar esse jogo. A Fundação Estudar nasceu em 1991 como uma organização sem fins lucrativos acreditando na ideia de que o Brasil será um país melhor com mais jovens determinados a seguir uma trajetória de impacto. De lá para cá, a instituição tem disseminado uma cultura de excelência e alavancado os estudos e a carreira de universitários e recém-formados.

Só para se ter uma dimensão do impacto da instituição, 617 jovens foram selecionados para o programa Líderes Estudar e receberam apoio para seguir seus estudos no Brasil ou fora; 26 mil jovens já foram ajudados pelos cursos presenciais ou online nas áreas de autoconhecimento, liderança e mercado e 15 milhões de jovens recebem os conteúdos dos portais Estudar Fora e Na Prática, que auxiliam nas decisões de carreira e na construção de uma trajetória de alto impacto.

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