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cultura

Relacionamento com o Cliente

Porque gostamos da Starbucks quando o assunto é atendimento ao cliente

Um dos nosso principais pilares aqui na Stone é o cliente, e quando falamos de atendimento, um nome que sempre nos veem à mente como referência é a Starbucks. O atendimento ao cliente da americana foi um dos pontos cruciais para a empresa deixar de ser apenas mais uma e se tornar o que é hoje uma das maiores redes de cafeteira do mundo. Quer saber mais? Vem com a gente.

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Desenvolvimento Pessoal

Atendimento ao cliente: ter ele como base da cultura pode levar sua empresa ao sucesso

Como você definiria a qualidade de atendimento ao cliente no Brasil? Alguma vez já foi mal atendido ao tentar o contato com alguma empresa? Infelizmente, você está longe de ser o único. A verdade é que estamos tão acostumados a sofrermos com o mal serviço e atendimento ao cliente em nosso país que acabamos nos acostumando e acreditando que ´é assim que as coisas são´. Não, não é assim que as coisas são. Aqui na Stone, o cliente é nossa missão de vida e nossa razão de existência. Felizmente, não somos os únicos  a pensar e agir assim. Muitas empresas estão redefinindo os padrões de atendimento e construindo seu sucesso com base na experiência e relacionamento com o cliente como a Disney, a Starbucks… e a Zappos.

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Jeito Stone

História, missão e cultura da Stone

A história da Stone começa antes mesmo de a empresa nascer há 5 anos. Ela herda um pouco da história dos nossos sócios-fundadores, que estão nesse negócio de pagamento há muito tempo. Acima de tudo, a história da Stone é uma história sobre como a gente se sacrificou — e ainda se sacrifica — pelo nosso cliente, o empreendedor.

Nascemos com o desejo de sermos protagonistas na transformação da indústria de pagamentos, lutando para evoluir um mercado arcaico e potencializar o nosso cliente, o empreendedor. Quer saber da onde esse desejo surgiu? Então, leia o texto abaixo:

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Áreas Stone

Esqueça tudo o que sabe sobre RH: conheça a área de Pessoas da Stone

Para começar, nãtemos RH na Stone. Nossa área de Pessoas abrange as mais variadas funções, profissionais e é uma das mais importantes da empresa.

Muitos imaginam que a área de Recursos Humanos (RH) cuida apenas da triagem de currículos e da condução de entrevistas com candidatos para os processos seletivos das empresas, não é? Pois se você também pensava assim, está muito enganado! A área de RH é bem  mais ampla do que isso e tem se tornado uma das mais estratégicas nas empresas.

Isso porque, apesar de a parte de Recrutamento & Seleção de candidatos ser a mais visível, a área tem uma série de outras responsabilidades depois que os candidatos são contratados: treinamento, avaliação de desempenho, remuneração, xadrez de gente e sucessão. Alguém discorda que estas são questões cruciais para a boa performance dos times e resultados de uma empresa? Não à toa, diversos acadêmicos e executivos têm discorrido sobre o impacto da gestão de pessoas para o sucesso sustentável de qualquer companhia.   Leia mais

Jeito Stone

3 conselhos para quem quer trabalhar na Stone

Recebemos inúmeras mensagens com uma única questão: o que é necessário para trabalhar na Stone? Não há segredos, mas temos sim algumas dicas para dar a você. 

Há um tempo, falamos aqui no blog sobre as culturas de autonomia e meritocracia de empresas como Google, Ambev, GE e a própria Stone, e como elas têm ajudado a atrair talentos e construir negócios vencedores. A verdade é que ter uma cultura forte é um grande diferencial para uma empresa, uma vez que ela cria um ambiente único de identificação e pertencimento para os colaboradores. 

Falando em atração de talentos, outro ponto importante em uma cultura, além da confiança e autonomia, é a valorização das pessoas. Quem não gosta de se sentir individualmente importante e considerado na equipe? É aquela teoria de “Rua X Casa” defendida pelo Roberto da Matta: na sociedade, as pessoas não sabem quem somos ou nossos gostos e nos identificam por números (RG, CPF, etc.); mas, em casa ou no trabalho, queremos ser tratados de forma pessoal, por nossos nomes ou apelidos, queremos que conheçam nossa história e do que gostamos ou não.

Diferente de muitas empresas, que tratam a seus “funcionários” como na “rua”, ou seja, apenas números na folha do Departamento Pessoal, nós da Stone tratamos nossas pessoas como realmente são: seres humanos. Não à toa, primeiro olhamos o histórico pessoal, hobbies e sonhos e depois o currículo. Parece estranho, mas é absolutamente isso. Queremos pessoas das quais gostamos tanto pessoal quanto profissionalmente, porque construímos uma relação forte e de longo-prazo com elas, como um casamento.

Por isso, não daremos dicas de como fazer um currículo bonito, criar um discurso vendedor ou sugerir cursos diferenciados. Daremos dicas simples do que é 100% essencial para trabalhar aqui: ser você mesmo. E para isso, você precisa de três coisas:  Leia mais

Desenvolvimento Pessoal

5 lições sobre as dificuldades de empreender do livro “The Hard Things About Hard Things”

Ben Horowitz, famoso investidor do Vale do Silício, conta as principais dificuldades de empreender um negócio quando não se tem as respostas prontas.

Me sugeriram para o texto desta semana escrever sobre um dos livros da Biblioteca Stone que mudaram a minha vida. Confesso que, de início, fiquei um pouco indeciso sobre qual título escolher, mas logo tive a certeza de que “The Hard Things About Hard Things” de Ben Horowitz era a obra que eu deveria escrever sobre.  Leia mais

Desenvolvimento Pessoal

Autonomia e meritocracia: com grandes responsabilidades, vem grandes poderes

A icônica frase do tio Ben ao Homem-Aranha, “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”, pode ser usada também de forma invertida no mundo dos negócios para descrever o conceito de empowerment ou cultura de autonomia e meritocracia.

Quem, quando criança, nunca se imaginou com superpoderes? Inspirados justamente pelas histórias de super-heróis, crescemos desejando conquistar mais autonomia e poder para fazer as coisas que queremos ou que achamos importantes. Por isso, muitas vezes, nos frustramos com a burocracia e o excesso de políticas que muitas empresas oferecem, o que limita o tamanho das responsabilidades e desafios, sobretudo aos jovens.

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